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Quando que nós esquecemos o que nos torna ÚNICOS?



Como ser social que somos, fazer parte de grupos é inerente ao Ser Humano, o que gera acalento e segurança.


Essa identificação tem como base as semelhanças com outros integrantes desse grupo que queremos fazer parte. Logo, a ênfase está no elo de ligação entre esses membros: semelhante atrai semelhante. É óbvio que a sociedade forma esses grupos, a começar pela própria natureza, já que a família é o primeiro grupo que pertencemos. E com o tempo e maturidade, podemos escolher quais grupos queremos fazer parte (ou não).


Assim, ao transitar pelo mundo, buscamos dentro de nós essas semelhanças e, inconscientemente, esquecemos o que nos torna únicos. É no nivelamento que, de certa forma, captamos a identidade majoritária de uma comunidade. Mostrar-se diferente disso ainda é, mesmo hoje, muitas vezes um ato de coragem.


Não crescemos com estímulos para a investigação interna, pelo contrário, os nossos “moldes” já estão prontos: seja como os outros e será aceito.


Ser o que o outro é, por si só, desvanece a nossa identidade cósmica, que é única em todo Universo.


A palavra inteligência provém de Intelligere: termo composto por intus (entre) e legere, que significa escolher ou ler. Logo, é saber escolher dentre as coisas que você não é, aquilo que você é.


Então, quem é você? O que faz você ser você?


Não há outro alguém nesse mundo com a mesma ancestralidade, história de vida e composição interna de evolução espiritual, mental, física e emocional.


Talvez essa conversa não faria tanto sentido há 100 anos atrás, quando aprendíamos regras com as soluções prontas. O mundo hoje é muito mais dinâmico. A fórmula não faz mais efeito em pouco tempo... Então qual é o antídoto?


A autorresponsabilidade para a investigação interna: ao saber quem VOCÊ É, potencializa as dinâmicas internas e aprende a lidar com o externo a partir da intuição, inteligência e sabedoria divina. Quando aprendemos o modus operandi do nosso ego, lidar com as demandas da vida diária torna-se mais um trabalho interior do que exterior. Um paradoxo, como a famosa pela frase de Sócrates: “conhece-te a Ti mesmo e conhecerás o Universo e os Deuses”.


Se nos conhecemos com profundidade, podemos navegar no mar revolto, sem perder tempo e energia olhando para os lados.


Buscamos a orientação no alto: com a nossa estrela-guia.


Olhamos para trás e captamos a força: nossos antepassados estão lá, nos apoiando para seguir em frente, como eles fizeram.


Respiramos profundamente ao olhar para baixo: sim, há energias por todo lado e aprender a nos fortalecer faz parte do processo.


Seguimos em frente: o barco não afundará enquanto estivermos aqui com o nosso próprio Corpo de Luz para nos orientar!


Então, o que você pretender fazer para aprender a se olhar profundamente com os olhos do seu coração?


Se não teme a Verdade, olhe para a Luz do seu Coração.

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